X

Você está no site da franquia de
BA. SALVADOR - LIBERDADE

ESTRADA DA LIBERDADE, 249
LIBERDADE
SALVADOR - BA
(71) 3254-8900

Criada em 2001, localizada no Jardim Irene, Zona Sul de São Paulo, é uma entidade sem fins lucrativos, criadora de oportunidades de desenvolvimento, que ajuda a combater a desigualdade social. Atua com a proposta de diminuir a exclusão social por meio do acesso a programas e projetos de educação e de cultura, utilizados como instrumentos de formação de crianças, jovens e adultos.

A instituição nasceu do desejo de Cafu em contribuir para a transformação do bairro onde nasceu o sonho de tornar-se jogador de futebol. Foi ali que começou a realização do projeto “ALIMENTANDO SONHOS”. A sede da Fundação Cafu abriga: escola de esportes, quadras poliesportivas, cozinha industrial, biblioteca, brinquedoteca, consultório odontológico, ambulatório médico, salas de informática, aulas de inglês, espaços para cursos profissionalizantes e culturais, salas de reforço escolar.

Com muita transparência, seriedade e coerência a Fundação visa atender as necessidades da comunidade investindo na criança e no adolescente, oferecendo-lhe a possibilidade de ser cidadão, trabalhando na prática conceitos de igualdade de direitos, democracia e ética.

O trabalho desenvolvido na Fundação está aberto a avaliações periódicas dos adolescentes e crianças atendidas; de seus pais, diretores, conselheiros e patrocinadores.

Atualmente, a Fundação Cafu tem mais de 1.600 atendimentos/mês com um trabalho brilhante, referência em projetos concretos e perspectivas de futuro para milhares de crianças! Mantém uma biblioteca com atendimento mensal de 1.200 pessoas, sala de aula do Instituto Embelleze com mais de 100 alunos e 320 crianças que são beneficiadas com os seguintes atendimentos: consultório odontológico, consultório médico, curso de informática, curso de inglês, atividade de apoio escolar com português e matemática, curso de artes, oficinas de coral, mosaico e recreação.

No Rio de Janeiro :

O Salão Julinho do Carmo e Embelleze cuida de elevar a auto-estima de quem sempre nos encantou com graça e beleza! Duas vezes por semana os moradores do Retiro são atendidos gratuitamente no salão, numa ação empreendida em parceria pelo profissional de beleza Julinho do Carmo e pela Embelleze, que fornece todo o material necessário para a atividade.

O cuidado com os cabelos, uma nova coloração, a maquiagem que transforma o abatimento em alegria, as unhas bem feitas valorizando o visual: formas de aquecer o coração de quem teve sempre a beleza como ferramenta profissional; maneiras de se agradecer a alegria e beleza que estes artistas nos proporcionaram. A beleza é democrática e generosa!

No Rio de Janeiro :

Na Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira a Embelleze implantou um curso de formação profissional para cabeleireiro. A comunidade levanta suas necessidades, seleciona os candidatos e coordena a dinâmica do curso. Profissionais da Embelleze e do Instituto Embelleze ministram as aulas.

Começou em uma salinha pequena e acanhada, no canto de entrada da quadra.

Hoje, esta unidade do Instituto Embelleze ganhou um espaço maior, construído pela própria Mangueira, em um prédio anexo dedicado apenas às ações educativas tocadas em parceria com diferentes empresas. 
O encontro com uma profissão, o despertar para os cuidados com a própria beleza e sua importância na auto-valorização e na visão de novas oportunidades na vida: é este o resultado desta ação.

Dezenas de jovens já tiveram a chance de aprender uma profissão por meio dos diversos cursos oferecidos pelo Instituto Embelleze. A maioria dessas pessoas, antes sem qualquer perspectiva de vida, hoje trabalha em salões de beleza ou já conseguiu abrir seu próprio negócio.

A força transformadora da beleza, que vem permeando as ações da Embelleze, também está presente na vida dessas pessoas, pois quem cultiva a auto-estima, as virtudes e se sente bem consigo mesmo também é belo. Acreditamos que a beleza interior se reflete no exterior. E que, despertando todo esse sentimento, a Embelleze está fazendo a sua parte por um mundo melhor.

No Rio de Janeiro :

O cenário é o Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Ali, entre os mais belos exemplares da flora brasileira, a cada semestre 20 jovens provenientes de famílias com renda máxima de 3 salários mínimos, aprendem, no Laboratório Social da instituição, o ofício de jardineiro. Mas a proposta do programa Educação e Trabalho, patrocinado pela Embelleze desde 2001, vai além de revelar os segredos da profissão: a meta é formar cidadãos.

São 20 jovens, entre os 16 e os 21 anos, que durante 6 meses aprendem a cuidar das plantas. Este é o caminho para que aprendam a cuidar de si, valorizando a beleza da vida! Saem de lá já encaminhados profissionalmente.

Semente do futuro 
“A jardinagem é um chamariz, uma atividade terapêutica para os jovens que vêm de comunidades populares, encaminhados pelo Juizado da Infância e Juventude. Mas o curso, diversificado, oferece outras capacitações e visa principalmente a profissionalização, o preparo para o mercado de trabalho”, resume o pedagogo João Carlos Silva, coordenador do programa e responsável técnico pelo Laboratório Social do Jardim Botânico, que tem como objetivo restabelecer pela educação, cultura e trabalho os vínculos sociais das populações desfavorecidas. No saldo final, a finalidade é formar cidadãos: “Nós, os instrutores, procuramos envolver os jovens numa família – com afeto, segurança e confiança. Tanto que cada participante costuma eleger um instrutor como referência. Eles vêm aqui aprender uma profissão e ganham mais, ganham humanidade”, conclui o coordenador.

Para ingressar no Educação e Trabalho, o jovem precisa ter entre 16 e 20 anos, o 5° ano completo do Ensino Fundamental e pertencer a família com renda de até três salários mínimos. Além do curso, recebe bolsa mensal de R$ 50, material pedagógico, uniforme, almoço e lanche. 

São dez as oficinas: Arborização e Jardinagem; Meio Ambiente e Cidadania; Inclusão Digital; Incentivo à Leitura; Ikebana; Fotografia; Rio Patrimônio Ambiental; Relações Inter-Pessoal e Familiar; Programação Neurolingüística; Arte Educação. Com um programa bem articulado e uma equipe afinada, os instrutores falam a mesma linguagem, trocam idéias sobre os participantes e promovem reuniões com as famílias, de modo a melhor acompanhar o rendimento da turma.

Uma chance para florescer 
Luciana Tenório, mestre em Psicologia Social, responsável pela área de Incentivo à Leitura, observa que muitos jovens chegam “com medo de ser criativos”. A instrutora está entusiasmada com a livroteca, biblioteca informal que organiza com a colaboração de doadores. Os livros já podem ser emprestados aos jovens, que aprendem a recriar histórias tradicionais em texto e desenho. “Estimulamos a leitura como uma postura de vida, como forma singular de relação com o conhecimento. Por isso, na oficina, eu não me preocupo tanto em corrigir o português – a correção deve vir num outro momento –, mas em estimular a expressão, a criatividade e a leitura do mundo”.

À frente da oficina Rio Patrimômio Ambiental, o museólogo Adilson Portugal Rachid compara: “O jovem chega aqui como um vaso vazio, a ser cultivado, e sai como um arranjo cheio de flores, multicolorido e multiinformado. Não queremos oferecer apenas uma profissão, mas uma série de atividades que lhe dêem ferramentas para trabalhar com prazer. E que o programa forneça mais que um aprendizado: promova uma transformação interna em cada participante”.

Essa transformação é percebida ao longo do curso. Os jovens, que chegam ao Laboratório Social quase sem auto-estima e sem perspectivas do próprio futuro, parecem florescer. De arredios e introvertidos, retribuem, pouco a pouco, a confiança e o afeto dos instrutores.